MINHA CRENÇA

Creio que a Bíblia é a palavra inspirada de Deus e a autoridade máxima, revelando que Jesus Cristo é o Filho de Deus. Creio que o Homem é criado à imagem de Deus, para uma vida eterna através de Cristo. Embora todos os homens tenham pecado e careçam da glória de Deus, estando totalmente perdidos sem Cristo, Deus faz a salvação possível através da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Creio que arrependimento, fé, amor e obediência são respostas necessárias e adequadas à graça de Deus estendida a nós, e que Deus deseja que todos os homens sejam salvos e venham a ter conhecimento da Verdade. Creio que o poder do Espírito Santo é demonstrado em nós e através de nós para o cumprimento do último mandamento de Cristo: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Marcos 16.15).

Curso de Teologia

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Porque os cristãos teem sido tão diferente de Cristo?

 





Embora seja para todos, esse negócio de ser cristão de fato não é para qualquer um. O Filho do Homem veio a terra e tornou-se um rabino com ensinos idealistas, difíceis e provocadores. Talvez seja por isso que tantos anos mais tarde, um sem número de pessoas dizem terem sido encontradas por Ele, mas ao invés de seguir seus passos, contentam-se em fazer uma “oração de entrega”, participar semanalmente de cultos e cumprir outras obrigações de uma religião chamada cristã. O Cristo da Bíblia comportava-se de maneira diferente. Ele não era pastor de gabinete, não tinha onde reclinar a cabeça, sua experiência cristã era na vida, dia a dia, pelas ruas, abraçando e servindo pessoas, demonstrando o amor furioso de seu pai. Bem diferente de nós. Procurei escrever algumas outras coisas em que somos bem diferentes Dele. Elenquei somente quatro para a depressão ser menor. Que reflitamos e sejamos, de fato, discípulos Dele!



1. Pregando sobre a eternidade

Imagine-se saindo da igreja após uma abençoada celebração de domingo à noite. Em frente ao prédio, você e seus amigos/irmãos trocam algumas palavras. Eis que surge um jovem, mais ou menos da sua idade. Aproxima-se e dirigindo-se ao grupo pergunta “o que eu faço para ir ao céu?”. Essa é típica pergunta que você e seus amigos brigariam para ver quem iria responder primeiro. Hora de lembrar-se das 4 leis espirituais ou qualquer outro método de evangelização e explicar tudo nos mínimos detalhes, obviamente, convidando o jovem a repetir uma oração convidando Jesus para morar em seu coração.

Jesus faz diferente. Ao ser perguntado sobre a maneira de obter a vida eterna, o Mestre direciona o inquiridor para o próximo. “Não mate ninguém, não traia ninguém, não roube ninguém, não minta a ninguém, respeite seus pais…e se isso você já tem feito, venda tudo o que você tem e dê a quem não tem nada.” É mais ou menos assim que Jesus responde essa questão. Ele ensina que a salvação não vem por ações (crer e receber são verbos = ações), mas pelo amor, graça e misericórdia de Deus, no entanto ele ensina que poderíamos experimentar aqui e agora um pouco do que é a vida eterna ali e além no reino de Deus ao colocarmos o nosso próximo em lugar superior ao nosso.

2. Fazendo orações

É engraçado como o nosso velho e gente fina Rabi gostava de orar. Ele não ensinou muito sobre oração, mas em compensação, investiu muito tempo nessa prática. Mas ele orava de um jeito diferente, sem formalidade e sem mimimi. O jeito de ele orar era tão impressionante que seus discípulos queriam aprender a fazer como ele fazia.

O que mais me chama a atenção no jeito de Jesus orar, entre muitas outras coisas, é o fato dele raramente orar por si mesmo. Neste momento, você pode correr até a estante, desempoeirar e abrir a sua Bíblia e ler todas as orações feitas por ele. Há de reparar que nosso Mestre praticamente só orava pelos outros. Eu ousaria afirmar que a única vez em que Jesus orou por si, não foi atendido, ao rogar “se possível, afasta de mim este cálice”. No entanto, temendo as pedradas dos radicais e para tranquilizar meus amigos que temem que eu perca a fé, dou um passo atrás para dizer que nesse episódio Jesus foi sim atendido, pois concluiu a oração dizendo “mas que seja feita a Tua vontade e não a minha”. O que fica de tudo isso é que se nos dizemos discípulos Dele, temos que aprender a orar mais pelo próximo do que por nós, afinal, a nossa vida é assim tão preciosa para que nós mesmos fiquemos a importunar Deus por isso? Uma boa oração para fazer todos os dias é a clássica “Livra-me de mim Senhor!”

3. Lidando com autoridades religiosas

Quem é o seu guru gospel? A pergunta está correta sim, quem é que você consulta para tirar dúvidas sobre a vida cristã? Você é da turma reformada que venera Augustus Nicodemus, John Piper, Paul Washer e cia? Ou você é da turma da missiologia integral e tira o chapéu para o Ari Ramos, Kivitz, Paulo Cappelletti e sua turma? Ou será que você ainda é da turminha que curte mesmo o Pr. Lucinho, Valadão Family´s, Thalles Roberto e etc? Meus pêsames se você é dessa última turma, mas tá valendo para o exemplo.

O fato é que Jesus tinha um jeito diferente de lidar com os grandes mestres da sua época. Você se lembra de Nicodemos (o de João 3, não o dos nossos dias)? Sem papas na língua Jesus diz a ele que tudo bem se ele é o bam-bam-bam da turminha das igrejas, mas para Jesus ele era apenas mais um homem que precisava ser convertido. Isso sem contar as “doces” palavras que Jesus gritou para os mestres da lei em Mateus 23. Fosse em nossos dias talvez responderíamos a Ele dizendo “não julgue, ore por eles!” E ainda nos intitulamos discípulos de Cristo. Doce ilusão.

4. Escolhendo as amizades

Escolher bem as amizades é fundamental e você já deve ter escutado isso de diversas maneiras. E assim procedemos, gostamos de caminhar ao lado de quem temos mais afinidade, de gente de boa fama, boa família e, normalmente com a mesma confissão religiosa que a nossa. Existem também algumas pessoas que já não fazem amizades, mas sim contatos, formando assim um “networking”, que pode ajudar em um âmbito profissional. O mundo dos negócios é simplesmente patético.

O provocador Jesus também cultiva amizades de modo distinto. Ele começa escolhendo praticamente doze peões para serem seus aliados mais próximos. Um péssimo networking! Depois, ele janta com estelionatários, bebe ao lado de agiotas, defende prostitutas, acaricia leprosos, abraça inimigos do povo, puxa conversa com mulheres promíscuas. Ele ensina que devemos olhar para dentro das pessoas, independente de sua reputação social. Mais do que isso, ele ensina que nossa missão enquanto participantes do reino de Deus é justamente o de ser instrumento no resgate de pessoas que estão no reino das trevas a fim de trazê-las para o reino da luz! Simples assim. Quem quer seguir a Jesus deve ter em mente que Ele mesmo andou ao lado dos “piores” pecadores de sua época, sem nunca pecar e nem ser influenciado por eles.

Confrontar é falta de amor?






Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor.

É possível que no calor de uma argumentação, durante um debate, saiam palavras ou frases que poderiam ter sido ditas ouescritas de uma outra forma. A sabedoria reside em conhecer “o tempo e o modo” de dizer as coisas (Eclesiastes 8.5). Todos nós já experimentamos a frustração de descobrir que nem sempre conseguimos dizer as coisas da melhor maneira.

Todavia, não posso aceitar que seja falta de amor confrontar irmãos que entendemos não estarem andando na verdade, assim como Paulo confrontou Pedro, quando este deixou de andar de acordo com a verdade do Evangelho (Gálatas 2:11). Muitos vão dizer que essa atitude é arrogante e que ninguém é dono da verdade. Outros, contudo, entenderão que faz parte do chamamento bíblico examinar todas as coisas, reter o que é bom e rejeitar o que for falso, errado e injusto.

Considerar como falta de amor o discordar dos erros de alguém é desconhecer a natureza do amor bíblico. Amor e verdade andam juntos. Oséias reclamou que não havia nem amor nem verdade nos habitantes da terra em sua época (Oséias 4.1). Paulo pediu que os efésios seguissem a verdade em amor (Efésios 4.15) e aos tessalonicenses denunciou os que não recebiam o amor da verdade para serem salvos (2Tessalonicenses 2.10). Pedro afirma que a obediência à verdade purifica a alma e leva ao amor não fingido (1Pedro 1.22). João deseja que a verdade e o amor do Pai estejam com seus leitores (2João 3). Querer que a verdade predomine e lutar por isso não pode ser confundido com falta de amor para com os que ensinam o erro.

Apelar para o amor sempre encontra eco no coração dos evangélicos, mas falar de amor não é garantia de espiritualidade e de verdade. Tem quem se gabe de amar e que não leva uma vida reta diante de Deus. O profeta Ezequiel enfrentou um grupo desses. “... com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33.31). O que ocorre é que às vezes a ênfase ao amor é simplesmente uma capa para acobertar uma conduta imoral ou irregular diante de Deus. Paulo criticou isso nos crentes de Corinto, que se gabavam de ser uma igreja espiritual, amorosa, ao mesmo tempo em que toleravam imoralidades em seu meio:

- “andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou? Não é boa a vossa jactância...” (1Co 5.2,6).

Tratava-se de um jovem “incluído” que dormia com sua madrasta. O discurso das igrejas que hoje toleram todo tipo de conduta irregular em seus membros é exatamente esse, de que são igrejas amorosas, que não condenam nem excluem ninguém.

Ninguém na Bíblia falou mais de amor do que o apóstolo João, conhecido por esse motivo como o “apóstolo do amor”. Ele disse que amava os crentes “na verdade” (2João 1; 3João 1), isto é, porque eles andavam na verdade. "Verdade" nas cartas de João tem um componente teológico e doutrinário. É o Evangelho em sua plenitude. João ama seus leitores porque eles, junto com o apóstolo, conhecem a verdade e andam nela. A verdade é a base do verdadeiro amor cristão. Nós amamos os irmãos porque professamos a mesma verdade sobre Deus e Cristo. Todavia, eis o que o apóstolo do amor proferiu contra mestres e líderes evangélicos que haviam se desviado do caminho da verdade:

- “Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos” (1Jo 2.19).

- “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho” (1Jo 2.22).

- “Aquele que pratica o pecado procede do diabo” (1Jo 3..

- “Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo” (1Jo 3.10).

- “todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo” (1Jo 4.3).

- “... muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo... Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus... Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2Jo 7-1).

Poderíamos acusar João de falta de amor pela firmeza com que ele resiste ao erro teológico?

O amor que é cobrado pelos evangélicos sentimentalistas acaba se tornando a postura de quem não tem convicções. O amor bíblico disciplina, corrige, repreende, diz a verdade. E quando se vê diante do erro seguido de arrependimento e da contrição, perdoa, esquece, tolera, suporta. O Senhor Jesus, ao perdoar a mulher adúltera, acrescentou “vai e não peques mais”. O amor perdoa, mas cobra retidão. O Senhor pediu ao Pai que perdoasse seus algozes, que não sabiam o que faziam; todavia, durante a semana que antecedeu seu martírio não deixou de censurá-los, chamando-os de hipócritas, raça de víboras e filhos do inferno. Essa separação entre amor e verdade feita por alguns evangélicos torna o amor num mero sentimentalismo vazio.

Portanto, o amor cobrado pelos que se ofendem com a defesa da fé, a exposição do erro e o confronto da inverdade não é o amor bíblico. Falta de amor para com as pessoas seria deixar que elas continuassem a ser enganadas sem ao menos tentar mostrar o outro lado da questão.

O CARÁTER DE UM HOMEM DE DEUS



Quando o Espírito de Deus habita em alguém, há, de forma natural, o caráter que excede aos demais, que não O têm. É o caráter de Deus. Noé, Jó e Daniel foram servos que, por conta disso, se excederam aos demais. Toda história de Noé, por exemplo, se resumia num único verso: “Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus”. Gênesis 6.
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Jó não era diferente. “Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal”. Jó 1.1


Daniel também, mesmo no cativeiro da Babilônia, resolveu, “firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia…” Daniel 1.8 Ou seja, se ele condicionou-se a não usufruir das iguarias do rei, quanto mais no que diz respeito aos demais pecados.

Da próxima vez que você sentir que DEUS não pode usá-lo, lembre-se:




Noé era um bêbado
... Abraão era velho demais
Isaque era medroso
Jacó era um mentiroso

Léia era feia
José era um escravo
Moisés era gago e incapaz de falar em público


Gideão teve dúvidas que Deus o teria escolhido

Sansão era adúltero
Jeremias e Timóteo eram jovens demais
Davi era um assassinato
Elias era suicida

Isaías pregava nu
Jonas fugiu de Deus
Raabe era uma prostituta
Jó foi a falência e perdeu a saúde

João Batista era uma figura excêntrica e até comia insetos
Maria Madalena tinha sido possuída por 7 demônios
Noemi era uma viúva desamparada

Paulo era religioso demais, fanático e ladrão

Pedro negou Cristo
Os Discípulos adormeceram enquanto oravam
Marta era agitadíssima e invertia as prioridades
A mulher samaritana era divorciada, mais do que uma vez

Zaqueu era pequeno demais
Timóteo tinha uma úlcera...
E Lázaro estava morto!

E não esqueça: Jesus ajudou todos eles!!!!

Deus pode usar seu potencial por completo!!!
Além disso, você não é a mensagem, você é apenas o mensageiro.
No círculo de amor de Deus, Deus está esperando para usar o seu potencial.

10 coisas que precisamos entender...

1. Deus quer frutos espirituais, não tolices religiosas.
2. Não existe chave para a felicidade. A porta está sempre aberta.
3. Silêncio é geralmente mal interpretado mas nunca citado erroneamente.
4. Faça a matemática... Calcule suas bençãos.
5. Fé é a habilidade de não entrar em pânico.
6. Se você se preocupa, você não orou. Se você ora, não se preocupe.
7. Como uma criança de Deus, a oração é como ligar para casa todos os dias.
8. As coisas mais importantes na sua casa são as pessoas.
9. Quando estamos enrolados com nossos problemas, fique calmo.
Deus quer que sejamos calmos para que Ele desamarre os nós.
10. A mágoa é uma coisa muito pesada para carregar. Perdoe.

Trate melhor do que o necessário todo aquele que você souber que
está enfrentando algum tipo de batalha.

Viva simplesmente,
Ame generosamente,
Cuide profundamente e
Fale gentilmente.......
Deixe o resto com Deus!

Para quem sai andando e chorando...


Lendo a parábola do semeador e o Salmo 126 lembrei-me de muitos amigos e vários missionários. Veio forte a cena dos semeadores de hoje. Aqueles que falam de Jesus, visitam de casa em casa, servem o caído, cuidam do enfermo e enfrentam seus medos. Alguns andam a vida toda, aprendem línguas diferentes, estudam culturas distantes, escrevem projetos, sempre mais um lugar a chegar.

O Salmo 126 nos fala sobre a relação entre a caminhada e o choro. Quem sai andando e chorando enquanto semeia voltará para casa com alegria trazendo seus feixes, o fruto do trabalho. Para cumprirmos o ministério que Jesus nos confiou é necessário andar e chorar. E é certo que muitos fazem ambas as coisas. Tantas idas e vindas, caminhos incertos, a impressão de que há sempre mais um passo a dar, uma pessoa a evangelizar. E as lágrimas, que descem abundantes com a saudade que bate, a enfermidade que chega, o abraço que não chega, o fruto que não é visível, o coração que já amanhece apertado, o caminho que é longo demais.

Creio que temos andado e chorado. Mas voltaremos um dia, trazendo os frutos, apresentando ao Cordeiro e dando glória a Deus! Poderá ser amanhã, ou em algum momento ainda distante. Mas ainda não é hora de voltar. É hora de seguir, andando e chorando, com alegria no coração e sabendo que não trocaríamos esta viagem por nenhuma outra na vida. O grande consolo e motivação é que não andamos sós. Ele está conosco. E maior é Aquele que está em nós. Portanto não desistimos, olhando sempre para o horizonte a frente e trazendo à memória o que pode nos dar esperança.

Guarde seu coração enquanto anda e chora. Não perca a alegria de viver e caminhar, nem a mansidão, nem a oração, ou o humor, ou o amor.

Não deixe de semear mesmo quando está difícil. Lance a semente em todas as terras. Uma há de germinar e talvez a mais improvável. A que menos promete. Não dê ouvidos aquele que diz que não vai acontecer porque a terra é árida, o sol é forte e o vento está chegando. Lance a semente.

Abrace o que também anda e chora que está ao seu lado. Ele talvez se sinta só e pense que é o único que chora enquanto caminha.

Andar e chorar é cumprir a missão. Se você tem feito isto, louve a Deus por esta oportunidade. É um grande privilégio. Um dia você voltará...







Deus capacita os Escolhidos



Certa vez, estavam duas crianças
patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada
e fria e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou
e uma delas caiu,
ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso
e se congelando, tirou um dos patins
e começou a golpear o gelo com todas
as suas forças, conseguindo por fim
quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram
e viram o que havia acontecido,
perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso?
É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo,
sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local,
comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?
- É simples - respondeu o velho.
- Não havia ninguém ao seu redor,
para lhe dizer que não seria capaz.



"Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados,
CAPACITA OS ESCOLHIDOS.
Fazer ou não fazer algo só depende
de nossa vontade e perseverança

Mt 22:14 - Porque muitos são chamados.
Mas poucos os escolhidos.

Confie...
As coisas acontecem na hora certa.
Exatamente quando devem acontecer!
Momentos felizes, louve a Deus.
Momentos difíceis, busque a Deus.
Momentos silenciosos, adore a Deus.
Momentos dolorosos, confie em Deus.
Cada momento, agradeça a Deus.




E, se o filho prodigo fosse HOMOSSEXUAL?



Ultimamente tenho aconselhado algumas pessoas que assumiram a condição de ser homoafetivas. Para evitar confusões, “homoafetivo” é o indivíduo que gosta e sente-se atraído por pessoas do mesmo sexo.

Curioso é que, em comum entre eles, está o fato de suas narrativas carregarem muita dor e tristeza. Elas envolvem – além dos preconceitos sociais já conhecidos – discriminação familiar, violência, abandono dos pais, expulsão de casa, chantagem, ameaças, boicotes, dentre outras questões.

Uma coisa que me chamou a atenção é que, a grande maioria deles, vem de “famílias evangélicas”! Depois de saber disto, ficou mais fácil compreender o porquê de terem desenvolvido uma profunda aversão ao que é ligado ao “sagrado” e a “igreja”. Impossível foi não lembrar de Victor Hugo: “a tolerância é a melhor das religiões”...

Você já ouviu falar do efeito borboleta? Bem, trata-se de um termo usado para se referir à dependência às condições iniciais dentro da chamada Teoria do Caos. Ele foi analisado em 1963 pelo matemático e filósofo Edward Lorenz. Numa explicação simplista, imagine um sistema caótico e extremamente sensível, onde uma pequena alteração no seu estado pode produzir uma enorme diferença no futuro. É mais ou menos isto. O exemplo clássico, que tem sido utilizado para ilustrar a teoria, é afirmar que o simples bater de asas de uma borboleta no hemisfério sul, pode provocar um furacão no hemisfério norte.

Pois bem, utilizando esta teoria, e vivendo as nuances do contexto citado acima, imaginei como ficaria a parábola do filho pródigo, descrita por Jesus no Evangelho de Lucas, se eu fizesse nela uma pequena alteração, ou seja, se transformasse o dito cujo em um gay? O que aconteceria se, ao contextualizar o personagem as idiossincrasias de nosso tempo, atribuísse a ele uma orientação sexual homoafetiva?

Bem, sendo muito sincero, acho que haveria uma profunda mudança nessa história se ela se transformasse num drama atual da vida real. Na minha narrativa, construída a partir do que tenho visto e ouvido, os desdobramentos tomam rotas bem diferentes dos da parábola.

Em primeiro lugar, não seria o filho que pediria a herança ao pai para “cair no mundo”, mas o pai – ou a mãe – é que lhe botariam para fora de casa, se possível, apenas com a “roupa do couro”, como vi recentemente acontecer com o filho de um “pastor”...

Sem dinheiro, sem abrigo, sem auxílio ou amigos, aquele jovem, provavelmente, seria acolhido pelas “ruas”, encontraria uma nova “família”, formada por cafetões, traficantes, viciados e bandidos de toda sorte, gente que nós expurgamos da sociedade e relegamos a uma vida a margem de tudo, a existência marginalizada.

Passados alguns anos, aquele jovem bonito, saudável, cheio de sonhos, já teria se transformado em um ser sem coração, sem devoção, sem emoções, existiria como um “pedaço de carne” que se vende numa esquina qualquer para sobreviver. É muito provável que, em função dos convívios, tenha se tornado viciado e adquirido alguma doença sexualmente transmitida, como a AIDS, por exemplo.

No fundo do poço, sem dinheiro, sem dignidade, sem saúde, desencontrado de si mesmo, perdido de sua alma, sentindo-se abandonado por Deus, desterrado da vida, ele, enfim, cai em si, e exclama: “voltarei para a casa do meu Pai!”.

Contudo, seria justamente aí onde seu problema tomaria proporções ainda maiores, pois, ao voltar, o pai não o estaria esperando e, surpreendido com sua “triste figura”, o rejeitaria mais uma vez. Não seria de admirar que afirmasse algo do tipo: “eu não lhe avisei que não destruísse a sua vida? Que o que você estava fazendo era abominação ao Senhor?! Agora, viva com as conseqüências de seus atos!”. E o despediria sem maiores constrangimentos... como desgraçadamente tenho visto acontecer.

Essa história, apesar de ser ficção, tem se materializado na existência de muitos, talvez bem mais do que você imagine! Mas certamente alguém vai indagar: o que é que este sujeito está querendo defender? Ele agora virou apologeta do homossexualismo? Entrou para a causa do movimento LGBT?

Bem, meu amigo, a questão aqui não é esta. Eu estou, sim, defendendo a vida, o direito de um filho ser acolhido, em qualquer que seja a circunstância, pelo seu pai, pela mãe, pela sua família! Eu estou tentando aguçar consciências de que não é jogando as pessoas no “lixo” que elas se tornarão melhores, pois pessoas não são coisas: coisas a gente usa e joga fora; pessoa a gente ama!

Na parábola descrita por Jesus, o filho mais novo lançou-se na vida, depois de pedir ao “Pai” o imponderável: a herança! E isso enquanto o mesmo ainda estava vivo! Além do mais, sendo ele o mais novo, não tinha direito a absolutamente nada. Santo Agostinho, quanto trata deste texto, afirma que o que o filho pediu ao “Pai” não foi dinheiro, mas a liberdade de viver a sua própria vida, de experimentar aquilo que lhe aprouvesse ao coração.

E assim o filho se foi... Seu bolso estava cheio de dinheiro, enquanto o coração do “Pai” cheio de tristeza e dor. Ele foi para a esbórnia, para a fanfarra, para a boemia, para a dessignificação do ser, para um viver dissoluto, que diluiu sua substância interior e transformou sua alma em pasta.

Na minha parábola, todavia, ninguém se preocuparia com nada disto, pois, ele sendo “homem”, faria tudo sem maiores problemas, uma vez que contaria com a anuência da consciência coletiva machista. Quando a grana acabasse, e ele decidisse voltar para casa, o pai faria até festa para recebê-lo, pois o “garoto” havia crescido, virado um “garanhão”, aprendido a beber e a fumar! Sim, posso até ver o pai dizendo aos amigos: “olha lá! Aquele ali é o meu “menino”! Enquanto isso, o “bebezão” estaria se esbaldando no John Walker com Red Bull. No fundo, a questão é puramente cultural, pois o que estamos tratando é de pecados mais ou menos aceitos socialmente, que carregam ou não preconceitos. Um filho pródigo "homem" todo pai aceitaria. Mas, e se fosse gay? Bem, aí já é demais...      

É bem provável que muita gente que vai ler este texto não o entenda... Outros tantos vão “descer o pau” e me chamar de liberal e outras coisas mais... impublicáveis... Mas a verdade é que eu não estou escrevendo para nenhum deles... Ainda assim oro para que jamais tenham que passar por um drama desta natureza.

Este difícil texto, meu “mano”, eu escrevo para você – pai – mãe – que tem um filho, uma filha, homossexual. E eu lhe suplico, em Nome de Jesus, não a(o) jogue na sarjeta da vida! Não o(a) entregue aos “lobos” da existência! O simples fato de você acolhê-lo(a) e amá-lo(a) pode fazer a grande diferença entra a vida e a morte! Nas palavras de Gandhi: “tolerância é uma necessidade em todos os tempos e para todas as raças. Mas tolerância não significa aceitar o que se tolera”, ou seja, você não precisa concordar com tudo o que ele faz, mas necessita amá-lo por tudo que ele é!
   
No texto de Lucas, sempre fiz a abstração de que, todos os dias, aquele “Pai” ficava no alpendre de sua casa, olhando fixamente para o horizonte, esperando com coração sofrido o dia em que seu filho voltaria para casa. O tempo passou... mas, num certo dia, ele apontou na estrada empoeirada. Chegou mal-cheiroso, mal-amado, mal-resolvido. Chegou todo “quebrado”, cortado pela navalha fria da vida, com lágrimas nos olhos e sangue nos pés. Contudo, que importava tudo isto, se ele havia voltado?

Uma coisa, todavia, para aquele jovem descrito por Jesus, fez toda a diferença: foi quando o “Pai”, com emoção incontida, afirmou: “este meu filho estava morto e reviveu; estava perdido e foi achado” e, beijando-o e abraçando-o o recebeu de volta. Como bem disse Geoffrey Chaucer: “a misericórdia vai além da justiça”.

Autor: Carlos moreira
Site: Vozes da Reforma

Viva Apaixonadamente


A paixão é força motriz por trás de toda grande arte, das grandes músicas e das grandes realizações
Como você viveria se tivesse apenas um mês para viver?

 Viva com paixão. A paixão é força motriz por trás de toda grande arte, das grandes músicas e das grandes realizações. A paixão impulsiona atletas a bater recordes, leva cientistas a descobrirem remédios para curar doenças. Deus nos criou com essa capacidade de ter paixão, porque Ele é um Deus apaixonado: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que Deu o seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça mas tenha a vida Eterna” 
(João 3.16).

 A paixão pela vida pode ser perdida. Esquecemos que fomos criados por Deus e que o fim principal do homem é amar a Deus e ter prazer e alegria Nele. Os problemas, pressões e tensões podem roubar a paixão pela vida, e uma agenda hiper-lotada rouba a alegria de viver. Aí a pessoa não tem tempo para Deus. A vida se torna apenas uma sequência de aborrecimentos. A bíblia conta a história de cinco amigos que fizeram de tudo para levar seu amigo paralítico a Cristo. Quando eles chegaram a casa onde Jesus estava uma grande multidão os impedia de chegar a Cristo. Eles fizeram um buraco no telhado e baixaram o paralitico até Jesus. Quando Jesus o viu disse: “perdoados estão os teus pecados” e só depois o curou fisicamente (Lucas 5.18-26). Em seguida o mandou enrolar sua maca e ir para sua casa. Ele após esta ordem de Jesus imediatamente ficou curado e foi para a casa dando glória a Deus. Recupere sua paixão pela vida. Aprenda nesta história quatro verdades transformadoras:

- Faça algo Drástico: Eles abriram um buraco no telhado, removeram os obstáculos que impediam de colocar o amigo diante de Cristo. Você precisa remover os obstáculos que o impedem de viver uma vida cheia de paixão por Deus e por aqueles que lhe são preciosos. Uma agenda hiper-lotada acaba secando sua alma. Tome uma decisão drástica e invista em seus relacionamentos mais profundos: Deus, sua família e sua igreja. Faça algo que possa produzir impacto e uma diferença para eternidade.

- Espere o inesperado: Deixe Deus surpreender você. Os amigos abriram um buraco no telhado e baixaram seu amigo desde o telhado até aos pés de Jesus. Mas eles foram totalmente surpreendidos. Jesus primeiramente o cura espiritualmente quando diz: “perdoados estão os seus pecados”. Deixe um espaço em seu coração para que Deus o surpreenda com um fato novo. Ele é o Deus do impossível e do imprevisível! Nos próximos 30 dias, deixe o Eterno dar uma virada em sua vida!

- Crie espaço para Deus: Os amigos do paralítico fizeram de tudo para colocá-lo perto de Jesus. Num mundo que disputa nossa agenda, é preciso manter a comunhão diária com Cristo. Faça o drástico: Desligue o computador, a TV, o rádio, saia do youtube, etc. Invista tempo do seu dia para ficar perto do Senhor Jesus. Tempo com Deus restaura a paixão pela vida.

- Mantenha um lembrete constante: Jesus disse ao paralítico para pegar sua maca e ir para casa com ela. A maca era um lembrete vivo e constante de algo inédito que ele recebeu do Eterno. Lembre-se a si mesmo cada dia: como eu viveria se tivesse apenas um mês para viver?

VIVENDO O TRAÇO



Poucos lugares têm o poder de ecoar a eternidade como o cemitério.
No livro de Eclesiastes Salomão disse:

"É melhor ir a uma casa onde há luto do que a uma casa em festa, pois a morte é o destino de todos; os vivos devem levar isso a sério!" (Ec 7.2).
Lugares como esse nos levam a reflexões profundas.
Caminhar num cemitério nos leva a pensar na vida e na morte a cada passo que damos. E algo que nos chama muita atenção são os registros deixados na lapides dos túmulos. Quantos de nós, não nos demoramos diante de algumas delas, satisfazendo nossa curiosidade quanto os registros das pessoas que estão ali. Gente que morreu na velhice ou muito jovem, homens, mulheres, crianças. É praticamente impossível andam num cemitério ser ler algo sobre as pessoas que estão.
Meu sogro viu em certa cidade uma inscrição bem interessante no muro do cemitério que dizia: Nós que aqui estamos por você esperamos.
Alguns são realmente muito interessantes!
Como a do genro que deixou registrado na lapide da sua sogra: Aqui jaz a minha querida sogra Maria Gertrudes, 1940-2002, "Senhor receba-a com a mesma alegria com que te mando!".
Uma coisa em especial nas lapides nos chama a atenção: o traço.
O traço que está entre a data do nascimento e a data da morte da pessoa ali sepultada. O traço representa tudo o que aquela pessoa viveu. O tração é a representação da vida daquela pessoa a sua história vivenda entre aquelas duas datas.
Algumas questões nos vêm à mente
Será que eles viveram intensamente esse traço?
Você tem vivido intensamente a sua vida?
O que você tem feito desse traço? Como tem vivido a sua vida?
Eu quero desafiar você a viver a viver a vida com toda a sua intensidade.
Uma vida abundante. Nessa série de mensagem de um mês para viver.
Quero desafiar você: "A experimentar uma vida sem arrependimentos".
Quero desafiar você a viver intensamente a sua vida, de modo que você possa olhar para trás sem lamentar por não ter vividos os sonhos de Deus pra você.
Imagine se você tivesse pouco tempo para viver os seus sonhos?
O que você faria se tivesse apenas um mês para viver?
Quais seriam as suas prioridades para os próximos 30 dias?
Diante desse desafio lembre-se que:
Deus tem pra você uma promessa.
Disse Jesus: "... eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente" (Jo 10.10).

Deus tem pra você um modelo de como viver essa promessa: Jesus.
1.     JESUS VIVEU APAIXONADAMENTE.
"E este o testemunho: Deus nos deu a vida eterna, e essa vida está em seu Filho. Quem tem o filho, tem a vida; quem não tem o Filho de Deus, não tem a vida" (1Jo 5.11-12).
"A que posso comparar os homens dessa geração? Prosseguiu Jesus. Com que se parecem? São como crianças que ficam sentadas na praça e gritam umas as outras: Nós lhes tocamos flautas, mas vocês não dançaram; cantamos um lamento, mas vocês não choraram" (Lc 7.31-32).
2.     JESUS AMOU COMPLETAMENTE.

"Um pouco antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que havia chegado o tempo em que deixaria este mundo e iria para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim" (Jo 13.1).
"Respondeu Jesus: Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: Ame o seu próximo como a si mesmo" (Mt 22.37-39).
"O amor nunca perece..." (1Co 13.8).

3.     JESUS APRENDEU HUMILDEMENTE.
"Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz!" (Fp 2.5-8).
"Em tudo o que fizer, coloque Deus em primeiro lugar, e Ele vai dirigir seus passos e coroar seus esforços com sucesso" (paráfrase de Pv 3.6).
Com Jesus aprendemos a dar a Deus:
·       A primeira parte de todos os dias.
·       O primeiro dia de todas as semanas.
·       A primeira porção da minha renda.
·       A primeira consideração das minhas decisões.
4.     JESUS PARTIU CORAJOSAMENTE.
"Aproximando-se o tempo em que seria elevado aos céus, Jesus partiu resolutamente em direção a Jerusalém" (Lc 9.51).
"O senhor respondeu: Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor" (Mt 25.23).
Deus tem pra você um desafio.
O que você faria se tivesse apenas um mês para viver?
·       Viajaria pelo mundo
·       Ajudaria um pobre
·       Deixaria seu emprego
·       Brincaria com meus netos
·       Escreveria uma canção
·       Ficaria acordado o máximo que puder
·       Diria aos meus filhos que eu os amo
·       Diria aos meus pais que eu os amo
·       Dedicaria mais tempo à família
·       Faria uma reunião familiar
·       Comeria mais sobremesa
·       Daria mais abraços
·       Velejaria pelos oceanos
·       Faria uma obra de arte
·       Saltaria de pára-quedas
·       Encontraria Deus
Deus tem pra você um desafio.
O que você faria se tivesse apenas um mês para viver?
·       Viajaria pelo mundo
·       Ajudaria um pobre
·       Deixaria seu emprego
·       Brincaria com meus netos
·       Escreveria uma canção
·       Ficaria acordado o máximo que puder
·       Diria aos meus filhos que eu os amo
·       Diria aos meus pais que eu os amo
·       Dedicaria mais tempo à família
·       Faria uma reunião familiar
·       Comeria mais sobremesa
·       Daria mais abraços
·       Velejaria pelos oceanos
·       Faria uma obra de arte
·       Saltaria de pára-quedas
·       Encontraria Deus



ACEITE O DESAFIO!!!

Desafiando Gingantes


Já assisti umas 4 vezes o filme e não me canso! Selecionei as melhores frases pra colocar aqui, elas vão servir pra todos os momentos e em toda a vida!
Melhores frases:
- “Como eu posso sentir tanta falta de alguém que eu nem conheço?”
- “Então por que Ele me fez tão pequeno e fraco?
Para mostrar o quanto Ele é poderoso.”
- “Eu to cansado de ter medo, Senhor se eu tiver que fazer alguma coisa me mostre!”
- “Mas o Senhor é o meu Deus e está no seu Trono, pode ficar com as minhas esperanças e sonhos mas me dê alguma coisa, me mostre uma saída!”
- “Eu sabia que ia errar antes de chutar!
Suas ações sempre seguem suas crenças.”
- “Se você aceita a derrota é isso que vai conseguir.”
- “Não adianta nada você ficar em cima do muro tem que decidir logo de que lado vai ficar.”
- “Servimos o Deus que abre portas que ninguém consegue fechar e fecha portas que ninguém consegue abrir.
Deus disse: eu o colocarei a frente de uma porta aberta que ninguém conseguirá fechar.
Eu sei que está com pouca força mesmo assim você manteve Minha palavra e não negou Meu nome.
Até Deus despertar você, você precisa florescer onde está plantado.”
- “Eu ouvi uma historia sobre dois agricultores que precisavam muito de chuva, os dois oraram pedindo, mas apenas um foi lá preparar seus campos para recebê-la.
Qual deles confiou mesmo que Deus iria mandá-la? Deus vai mandar a chuva quando ele estiver pronto. Você tem que preparar seu campo para recebê-la.”
- “A vida não se trata de nós, não estamos aqui apenas para obter glória, ganhar dinheiro e morrer a Bíblia fala que Deus nos colocou aqui por Ele, para o honrarmos.”
- “Jesus disse que o mais importante da vida é amar a Deus com tudo que somos e amar ao próximo como a nós mesmos.”
- “Se vencermos, O louvaremos,  se perdemos O louvaremos!!”
- “Eu não quero que você desista a um certo ponto quando pode ir além.”
- “Tá DOENDO!
Não reclame de tudo de si, CONTINUE! Você consegue Brock!”
- “Ainda assim eu amo o Senhor, eu ainda amo o Senhor meu Deus!”
- “Muito bem Senhor, nos trouxe até aqui, haja o que houver será louvado.”
- “Na palavra de Deus, Ele disse 365 vezes não tenha medo, com tantas vezes assim Ele devia estar falando serio não acha?!”
- “Eu quero que você dê o melhor de si e deixe o resto com Deus.”
- “Agora me diga o que é impossí­vel para Deus? NADA!”





Filme Completo



Davi



Davi não adquiriu o status de homem segundo o coração de Deus instantaneamente. Não – ele teve de se tornar assim. E uma das maneiras pela qual fez isso foi edificando o seu pior inimigo.


 Saul usou todos os meios possíveis tentando destruir Davi. Mas nada que Saul fizesse podia fazer com que Davi parasse de lhe honrar e respeitar.Saul tinha inveja de Davi; mentiu sobre ele, roubando sua reputação; tentou desacreditá-lo diante de seus mais íntimos amigos - e alistou outros para se levantarem contra Davi. Finalmente enxotou-o para fora de Israel. E destruiu os que tentavam defendê-lo.


 Simplificando, Saul não deu descanso a Davi.Ocasionalmente Saul se arrependia, confessando seus erros; ele choraria como um bebê, “Sinto muito, Davi – por favor, me perdoe”. Mas logo sairia atrás de Davi com ódio ainda maior.Creio que de todas as pessoas mencionadas nas escrituras, Davi suportou o tratamento mais odioso e depreciativo depois de Cristo. E tudo vindo de um homem que antes amava muito Davi – Saul. Ainda assim, cada vez, Davi reagia amando e honrando Saul.


À certa altura, Saul matou oitenta e cinco piedosos sacerdotes na cidade de Nob. Abiatar, filho de um destes sacerdotes assassinados, escapou e buscou refúgio com Davi. Quando o jovem contou sobre esse hediondo massacre, os servos de Davi devem ter se sentido afrontados. 


Provavelmente pensaram, “Agora Davi pode avançar sobre o acampamento de Saul e matá-lo por uma boa causa. O nosso capitão tem a lei a seu favor. Ele tem todo o direito segundo as escrituras de retomar o reino deste criminoso. Certamente todo o Israel ficará horrorizado quando ouvir que Saul matou oitenta e cinco sacerdotes a sangue frio”.Contudo quando Davi ouviu a história, ele simplesmente curvou a cabeça e chorou. Em verdade, ele assumiu pessoalmente a culpa pela matança. Ele disse a Abiatar, “Fui a causa da morte de todas as pessoas da casa de teu pai” (I Samuel 22:22). Davi era totalmente inocente – ainda assim voluntariamente assumiu a culpa de outro homem. Creio que nesse momento Davi começou a crescer em graça. Foi um passo gigantesco no sentido de tornar-se um homem segundo o coração de Deus.Em outra ocasião, Saul estava perseguindo Davi, tentando matá-lo. Ele e seus homens pararam numa caverna para descansar, não sabendo que Davi e sua tropa estavam se escondendo mais no fundo da mesma caverna.


 Quando Saul e seus homens adormeceram, a tropa de Davi começou a conspirar, “É agora – o teu dia de vitória e vingança chegou. Deus entregou Saul em tuas mãos. Vamos matá-lo agora, enquanto podemos. Tu podes ser rei antes que o dia acabe”.Mas Davi recusou; em vez disso, cortou um pedaço da roupa de Saul antes de fugir. Com isso ele quis mostrar a Saul mais tarde que poderia tê-lo matado. Mas, as escrituras dizem, “Sucedeu, porém, que, depois, sentiu Davi bater-lhe o coração, por ter cortado a orla do manto de Saul” (24:5).À uma distância segura, Davi gritou para Saul em profundo sofrimento. Assim que Saul saiu da caverna, Davi se humilhou diante do rei, curvando-se até o chão e até chamando-o “pai” (24:11). Então Davi declara, “a minha mão não será contra ti” (24:12). Ele estava dizendo, “Faça comigo o que quiser, Saul. Você pode me caçar, perseguir, mesmo tentar me matar. Se for para eu ser vingado, o Senhor terá de fazê-lo”.Mais tarde, quando Davi ficou sabendo da morte de Saul, ele não se alegrou e nem declarou que a justiça de Deus fôra feita; ele nunca ficou murmurando, “Graças a Deus, fui vingado. Saul teve o que merecia”. Não – Davi rasgou as vestes e chorou. “Prantearam, choraram e jejuaram até à tarde por Saul” (2 Samuel 1:12). “Pranteou Davi a Saul... com esta lamentação... 


A tua glória, ó Israel, foi morta sobre os teus altos! Como caíram os valentes!” (1:17,19).Eu às vezes lembro de meus próprios dias de provação, quando outros ministros me maldisseram tanto que fui levado às lágrimas. Ao ler meus registros hoje, penso, “Senhor, que pesadelo. Eu achava que a dor nunca iria acabar”.Mas durante tais dias, eu geralmente não reagia com graça e perdão como Davi; pelo contrário, eu recontava minhas histórias de infortúnio e mal tratamento a meus companheiros. Eu citava o nome das pessoas que me ofenderam e contava de novo todas as coisas asquerosas que me tinham feito. Eu estava reagindo como menino emburrado – e me tornava tão culpado quanto os que me maldiziam.


A minha conversa não era digna de Cristo naqueles dias. Contudo, nos últimos anos, me comprometi a buscar perdão de todas as pessoas às quais reagi com falta de graça. E tenho tentado ter paz com todos que conheço.




-David Wilkerson

O que remover de nossa vida para crescer na Graça?

Paulo relaciona seis coisas que devemos remover de nossas vidas se for para crescer na graça de Cristo: “Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia” (Efésios 4:31).


Muitos cristãos acham que uma vida de santidade consiste de oração consistente, estudo intenso da Bíblia, e de servir aos outros sacrificialmente. Em verdade, todas estas coisas podem contribuir para a santidade. No entanto não ousemos deixar de lado estas seis questões na lista de Paulo. 


O apóstolo diz que definitivamente precisamos enfrentar tais coisas se quisermos crescer na graça. Você pode ser um missionário, oferecendo a vida em sacrifício, não tendo posses, gastando todo o seu tempo no serviço aos outros. Mas se você ignorar as questões de coração que Paulo menciona aqui, você entristecerá o Espírito Santo. O seu crescimento será interrompido, e você acabará como zumbi espiritual.Os primeiros três itens da lista de Paulo – amargura, cólera e ira – são auto-explicativos. 




Amargura é a recusa de se deixar sair uma velha mágoa ou recusa de perdoar um erro passado. Cólera é uma fortaleza de ressentimento ligada à esperança de se vingar. Ira é uma exasperação – seja uma explosão súbita e explosiva, ou um lento queimar de indignação por alguém.Já falamos a respeito de “gritaria”, ou palavras que destroem. Então, vejamos os dois itens restantes – blasfêmias e malícia. O que Paulo quer dizer com isso?Ao preparar esta mensagem, dei uma parada e entrei em nosso quarto, o qual minha mulher estava arrumando. Notei que a enorme e pesada penteadeira tinha sido posta no meio do quarto. Obviamente, Gwen a havia colocado lá para poder limpar por trás.Nada mexe comigo mais do que quando minha esposa tenta mover móveis pesados sem minha ajuda. Sempre fico com medo de ela se machucar. Desde que nos casamos peço à ela: “Nunca faça isso sozinha. É só me chamar e te ajudo”.Quando vi o que ela havia feito, fulminei-a: “Mas que burrice! Você poderia ter se machucado. Por que não me chamou? Você sabe o que eu penso disso”. 




Coloquei a penteadeira de volta no lugar, o tempo todo murmurando: “Essa é a coisa mais burra que já vi. Nunca mais faça isso. Você não é a Mulher Maravilha”.Quando voltei ao escritório, imediatamente fui à palavra “ira”. Pedi ao Espírito Santo que me mostrasse o que isso significava. Ele respondeu rapidamente: “Ira é o que você acabou de mostrar à tua mulher”. Ira é uma súbita explosão por nada – um rebuliço desnecessário, um barulhão feito sem propósito. Produzimos ira quando fazemos grande agitação de algo insignificante, ou produzimos uma cena em vez de tentar ajudar ou curar.Imediatamente entendi o que eu houvera feito. Fui à Gwen e me desculpei: “Amor, me perdoe. A única coisa que eu fiz aqui foi produzir ira e muito barulho”.O item final na lista de Paulo é malícia (“maldade” na Nova Versão Internacional). Malícia é o desejo de se ver alguma outra pessoa sofrer. Para muitos cristãos, malícia significa ter esperança de que Deus vá punir alguém que os tenha ferido; isso é um espírito diabólico, e geralmente está oculto fundo no coração. Em verdade, a maioria dos crentes nunca verbaliza sua malícia. Mas eventualmente ela cresce quando descobrem que seu inimigo foi atingido. Podem ter apenas um breve momento de satisfação, ou mesmo expressar pesar pela pessoa atingida – mas ainda têm um espírito de malícia.




Quando Paulo diz, “Remova de ti todas estas coisas más”, ele não está falando de um acerto instantâneo. Ele está descrevendo um processo – uma questão de crescimento que exige tempo. Às vezes, podemos falhar ao tentar nos livrar destes males. Mas se rapidamente nos arrependermos, e nos comprometermos a fazer a coisa certa com a outra pessoa, com o passar do tempo tais questões irão sumir.Jesus deixa claro: não podemos continuar sem perdoar os outros, na ira ou na malícia. Se não livrarmos nossas vidas destas questões mortais, permaneceremos sem perdão para os nossos próprios pecados. Então as nossas iniquidades se acumularão contra nós, a despeito de nossa consagração e boas obras (v. Mateus 6:14-15).Então, examine a sua vida cuidadosamente.




 E recorde estas definições: graça é a capacitação concedida pelo Espírito Santo para nos tornarmos mais como Jesus. E crescer na graça é aumentar na semelhança de Cristo através do poder do Espírito. Finalmente, continue fazendo essa pergunta: “Estou me tornando mais como Jesus pela confiança no poder do Espírito Santo?”.

-David Wilkerson